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Archive for July, 2009

Estava pensando sobre amizade e amigos. Muitos de nós temos tão poucos amigos. Poucos de nós sabemos o que é ter muitos amigos, ou melhor, colegas. Isto, diria minha mãe. Isto diria meu avô. Isto diria Deus.

Não me incomodo de ter apenas a minha mão direita de amigos e alguns dedos do pé. Importo-me em ter alguém para  contar os causos da minha vida.. da vida dos outros e dos que ainda nem existem. O que vale mais apena: Ter um amigo para olhar nos olhos ou ter “amigos” que não tem olhos para, especificamente, não te ver ?  Pense.

Minha intenção é escrever sobre algo que me faça algo. Que me torne algo e acho que  amizade é algo que me transforma em algo melhor. Não quero algo no meu caminho, quero amigo para fazer algo que seja interessante para ambos. Quero distância desse algo que faz  algo de mal em minha vida.

Como já diziam os filósofos de Liverpool, ” With a little help from my friend”, terminou meu post de hoje!

 

 

(Joe Cocker, versão de “With a little help from my friends” dos The Beatles

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O próximo

Se você não é capaz de mexer, eu não posso fazer coisa alguma. Se não é digno  da postura compusturada, não posso custurar mais a sua fenda, caro Amigo de Pano.  O processo é lento e dificultado, pois o cara de cima não quer levantar mais os pauzinhos.  Estamos do mesmo lado do talco, do palco, do mesmo espaço e do mesmo barco.

Onde estará o Homem?

Vamos, Amigo de Pano. Vamos para um lugar mais úmido. Vamos para um lugar quente, muito quente. 40º. Fogo em você. Não se apavore, Amigo de Pano, sua morte será lenta, muito fácil de aproveitar. Certifique-se que o homem não estará lá, olhando, orando e despresando você.

Com quantos graus se mata algo ?

Mas isso, tudo o que eu disse, é apenas questão de opinião. Você está caindo muito silenciosamente. Estou a olhar você. Que cara de anjo. Um beijo na testa e mais nada!

 

Pense como um boneco de pano. Seja meu Amigo de Pano. Morra como um humano.

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Parei de pensar. Não sei mais sobre o que escrever. Tudo me parece já escrito, feito, pensado e criado. Sobre futuro, estou cansada. Sobre passado, já não lembro mais. Sobre amor, dói-me escrever. Sobre carreira, é o mesmo que futuro.

Não há o que experimentar… Estou em estado de Alice! Quero meu chapeleiro louco, oferecendo-me um chá quente, pra ver se relaxo. Quero meu gato listrado pra desaparecer com meus problemas fantásticos e fantasmagóricos. Quero minha rainha de copas , pra que corte minha cabeça quando valer a pena e quando não houver nenhuma  pena. Quero minhas flores cantantes para abrirem minhas narinas com a música maluca do encantado. Quero meus gêmeos malucos para fingirem ser meu “alter-ego”, meu Id, meu Superego, meu inconsciente.

Pra você ver, escrevi… ouvi música… cantei a música… e pensei.

 

Engraçado como meus fluxos de pensamentos não obedecem minhas ordens mentais. Não obedecem meus olhares psíquicos ou minhas palavras naturalizadas.

” Se eu digo sim, não é pra você, é pra mim”   Bem Natural – Móveis Coloniais de Acajú.

 

 

Obrigada pela alteração de humor.

 

Obrigada pela minha tensão pós escrita.

 

Seria bom se alguém pudesse me entender.

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