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Archive for February, 2011

Será ?

Será que tudo que eu penso vai além de apenas suposições ? A cada ponto alto da minha vida, eu me pergunto se tudo o que acontece é real.  Será? As pessoas olham para minha vida e dizem que tudo é perfeito. Mas as coisas são complicadas… nada é com eu planejo.. nada é como eu penso ou como eu quero. Como qualquer coisa nessa vida.

 

 

E depois desse clipe eu percebo que tudo vale a pena. Os sentimentos foram feitos para serem vividos.. ou seja.. se está com vontade de chorar… chore. Se está com vontade de sorrir, sorria até sentir que está morrendo de felicidade. As coisas são feitas para serem vividas. Não tenha medo de nada que possa vir, encare-as como se fossem meros momentos. E que momentos!

 

ALWAYS LOOK TO THE BRIGHT SIDE OF THE LIFE

 

Post “momentoauto-ajuda”

 

Beijos

 

Por Tainá Goulart

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Resenha – Black Swan

Resenha do filme Cisne Negro ( Black Swan)

Misteriosos olhos vermelhos 

O filme, “Black Swan” ou “Cisne Negro”, traz uma bela e marcante atuação da atriz israelense, de 29 anos, Natalie Portman. O filme se passa dentro de uma companhia de balé, a qual Nina Sayers, nome da personagem de Portman, faz parte. Como nova bailarina principal do número do “O Lago dos Cisnes”, Nina tem todas as características que Thomas Leroy (Vincent Cassel), diretor do corpo de dança, exige para o papel da Rainha Cisne: doçura, ingenuidade e fragilidade. Porém, o diretor tem suas dúvidas quando se trata da Cisne Negra, pois esta é o oposto da Rainha, no que diz respeito à sensualidade, firmeza e intensidade dos movimentos e expressões. 

Por viver com sua mãe, Nina ainda é tratada como uma criança. Muitas bonecas, motivos infantis são a principal decoração de seu quarto e isso contribui para sua maneira de viver simples e comportada. A bailarina se vê em busca da perfeição dos movimentos com seu novo papel, porém, não da interpretação. Este fato começa a despertar a sexualidade da menina, ainda mais com o aparecimento de uma nova colega da companhia, Lily ( Mila Kunis), que a “ajuda” nessa nova tarefa.

Com brilhante direção de Darren Aronofsky, o filme é uma mistura do consciente da protagonista com o sobrenatural. Não se sabe qual destes comandam a mente da bailarina, nem qual destes é realmente real. Com o jogo de câmera atrás da protagonista pelo “labirinto” de corredores de sua casa, o espectador sente a tensão que paira no ar. Para contribuir com esta tensão, as músicas são parecidas com as criadas pelo compositor russo Tchaikovsky, que tem seu ápice juntamente com os momentos mais intimistas do longa. 

Um fato observado do filme, que pode passar despercebido, é que a primeira montagem russa do número foi um fracasso pela má interpretação dos bailarinos e da orquestra e no filme, Nina está em busca da perfeição. Estes fatos se aproximam e trazem à tona a ideia da realidade versus atuação. Muito se cobra dos atores e atrizes para chegarem o mais perto possível do real em seus papéis, no entanto, até que ponto é permitido a realidade cruzar a encenação?

 Um ótimo filme para que busca uma bela fotografia, coreografia e um enredo intimista. O filme acaba e a sensação que fica é que a de que você quer ver o filme de novo e se embrenhar pelos corredores e espelhos assustadores/verdadeiros. Agora, toda vez que eu ouço as músicas da Cisne Negra, eu relembro dos olhos vermelhos da frágil Nina. Bom filme!

Por Tainá Goulart

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