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Archive for November, 2011

Nego

Não tente me refazer dos cacos,

Espalhados aleatoriamente pelo caminho.

Ao mesmo tempo, posso ser a flor e o espinho.

Posso ser o ar e o sufoco.

Posso ser aquilo que sua busca almeja.

 

Mas nada disso se realizará,

Se você não me descobri.

Se você não me retalhar,

Experimentar ou libertar.

 

A luz te leva à cegueira mundana.

Que te faz igual ao seu normal.

A luz da sociedade guiará seus pensamentos.

E nunca você irá me descobrir.

 

Não tente correr contra o ponteiro,

pois este não sabe quando parar.

Corra atrás do seu íntimo

E ache seu próprio “ser”,

Íntimo de um futuro dalí.

 

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O que é errado ?

O que há de errado em conhecer algo diferente ?

Nada do que pensamos saber nos favorece.

Nada do que eu sou favorece o teu pensar.

Máscaras encobrem teus olhos,

Os quais são impedidos de ver o meu “eu”.

As quais impedem-o de ver o meu “quem”.

 

Nada é mais claro e limpo.

Nada é mais instável.

Nada é mais gracioso e

Engraçado.

Nada é mais eu do que eu mesma.

 

Qual é o problema da diferença ?

Se posso construir mais do que você pode ser?

Qual é o meu problema ?

Passo madrugadas pensando,

Divagando, devaneando,

Sobre o porquê  da solidão.

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